Mais um poema de um escritor português. Hoje, Luís de Camões, célebre até pelo aspecto já que ostentava uma pala no olho direito, qual pirata "encartado". A sua obra mais emblemática "Os Lusíadas" retrata os feitos imensos resultantes da épica decisão de chegar à India por mar, algo nunca antes tentado e visto como uma façanha impossível. Os Portugueses chegaram à Indía, globalizaram o Globo e trasformaram-se numa potência mundial desde que a necessidade, o engenho e a coragem os levaram "para além da taprobana" como descreve na obra.
Para além de "Os Lusíadas", existe uma obra vasta de poemas nos mais diferentes estilos bem como peças de teatro, autos ou até comédias. Para além deste poema falado no vídeo, existem outros muito famosos tal como aquele que se segue, que retrata a saga maior dos Homens, o amor ou a falta dele :)
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
Luís Vaz de Camões
Para além de "Os Lusíadas", existe uma obra vasta de poemas nos mais diferentes estilos bem como peças de teatro, autos ou até comédias. Para além deste poema falado no vídeo, existem outros muito famosos tal como aquele que se segue, que retrata a saga maior dos Homens, o amor ou a falta dele :)
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
Luís Vaz de Camões
Sem comentários:
Enviar um comentário
Comentários